Escolher o primeiro vibrador parece mais complicado do que realmente é. A maioria dos modelos faz variações da mesma coisa. O mais importante não é a tecnologia nem o número de modos. É perceber se queres estimulação externa, interna ou algo mais focado.
Na maioria dos casos, um vibrador clitoriano simples continua a ser o ponto de partida mais fácil. É externo, mais intuitivo e mais fácil de controlar. Vibradores ponto G exigem um pouco mais de adaptação por causa do formato e da estimulação mais direcionada. Sugadores funcionam de forma diferente e podem parecer intensos para algumas pessoas logo no início.
Tamanho exagerado raramente ajuda. Modelos pequenos ou médios costumam ser mais confortáveis, mais fáceis de usar e menos intimidantes. Intensidade ajustável faz mais diferença do que potência. Um vibrador não precisa de ser extremamente forte para funcionar bem.
Silicone continua a ser o material mais confortável e mais comum nos bons modelos. Faz diferença no toque, na flexibilidade e na limpeza. Muitos vibradores baratos parecem gadgets e tentam compensar isso com aplicações, dezenas de modos ou funções desnecessárias. O primeiro vibrador não precisa de nada disso.
Comparar demasiado também não ajuda. Depois de algum tempo, todos os modelos começam a parecer iguais.
Ler cinquenta reviews raramente torna a decisão mais clara. Um formato simples, silicone e intensidade ajustável resolvem a maior parte das dúvidas.
No início, menos costuma funcionar melhor.